Planejamento tributário 2026: Veja como preparar a empresa para IBS, CBS e eficiência fiscal

Dan Richter
By Dan Richter 6 Min Read
Com Victor Boris Santos Maciel, veja como estruturar o planejamento tributário para 2026 diante do IBS, CBS e da busca por eficiência fiscal.

Planejamento tributário 2026 tornou-se um tema central para empresas que buscam eficiência fiscal com segurança jurídica em um cenário de transição regulatória. Victor Boris Santos Maciel, tributarista e conselho empresarial, alude que a chegada do IBS e da CBS desloca o foco do planejamento puramente econômico para uma engenharia de processos, dados e governança. 

A reforma do consumo inaugura uma fase em que decisões tributárias passam a ser avaliadas pela consistência operacional e pela qualidade das informações. Nesse contexto, o planejamento tributário 2026 deixa de ser um exercício pontual e se torna um programa contínuo, integrado à gestão, à contabilidade e à tecnologia. Nas próximas linhas, você vai descobrir como essa integração redefine estratégias, reduz riscos e fortalece a tomada de decisão nas empresas.

Planejamento tributário 2026 e o novo ambiente regulatório

O planejamento tributário de 2026 se desenvolve em um ambiente regulatório que combina novas regras e um período de transição educativa. De acordo com Victor Boris Santos Maciel, a implementação do IBS e da CBS demanda ajustes nos cadastros, nos documentos fiscais eletrônicos e nos fluxos de apuração. Essas mudanças exigem leitura técnica cuidadosa e alinhamento entre áreas que, historicamente, operavam de forma isolada.

Victor Boris Santos Maciel analisa como preparar a empresa para o planejamento tributário de 2026, considerando IBS, CBS e estratégias de eficiência fiscal.
Victor Boris Santos Maciel analisa como preparar a empresa para o planejamento tributário de 2026, considerando IBS, CBS e estratégias de eficiência fiscal.

Vale destacar que a transição traz obrigações acessórias e padrões de informação mais rigorosos. O que permite, empresas que não organizarem seus dados desde já tendem a enfrentar retrabalho e riscos desnecessários. O planejamento passa a ser, portanto, uma estratégia de organização e não apenas de economia tributária.

Onde as empresas erram na preparação para 2026

Um erro recorrente no planejamento tributário de 2026 é tratar a reforma como um evento distante. Adiar decisões estruturais compromete a capacidade de resposta quando as novas regras entram em operação. A falta de integração entre contabilidade, fiscal, financeiro e tecnologia é outro fator que fragiliza a adaptação.

Victor Boris Santos Maciel explica que muitas empresas concentram esforços apenas na apuração final dos tributos, ignorando a origem dos dados. Inconsistências cadastrais, parametrizações incorretas e processos manuais ampliam riscos. Dessa forma, a fragilidade não está apenas na carga tributária, mas na ausência de governança sobre a informação.

Como estruturar um planejamento tributário eficiente e seguro

Um planejamento tributário 2026 eficiente começa pelo diagnóstico dos processos atuais. Assim como destaca Victor Boris Santos Maciel, mapear fluxos, identificar gargalos e definir responsáveis são passos essenciais para construir segurança. Esse mapeamento orienta ajustes graduais e evita soluções genéricas que não dialogam com a realidade da empresa.

Na sequência, a padronização de dados e a revisão dos cadastros ganham prioridade. Quando a informação é confiável, a tomada de decisão se torna mais precisa. Além disso, a documentação das escolhas realizadas fortalece a defesa do planejamento, caso haja questionamentos futuros. O foco deixa de ser a exceção e passa a ser a consistência.

Indicadores qualitativos e quantitativos no planejamento tributário 2026

A maturidade do planejamento tributário 2026 pode ser medida por indicadores qualitativos e quantitativos. Métricas como retrabalho fiscal, tempo de fechamento e número de inconsistências revelam o nível de organização. Já indicadores qualitativos, como clareza de processos e treinamento das equipes, demonstram capacidade de adaptação.

Esses indicadores ajudam a diferenciar empresas fortes das frágeis. Organizações que monitoram dados e investem em capacitação reduzem riscos e aumentam previsibilidade. Victor Boris Santos Maciel frisa ainda que o planejamento tributário se conecta diretamente à gestão e à visão de crescimento sustentável.

Consultoria boutique e soluções personalizadas para a transição

A complexidade do planejamento tributário 2026 reforça o valor de soluções personalizadas. A consultoria boutique atua com diagnóstico profundo e desenho sob medida, respeitando o porte, o setor e os objetivos da empresa. Essa abordagem evita receitas prontas e prioriza eficiência com segurança.

Victor Boris Santos Maciel evidencia que a personalização facilita o treinamento das equipes e a adoção de processos compatíveis com a realidade operacional. O resultado é uma transição mais fluida, com menor impacto no dia a dia e maior controle dos riscos. Assim, a consultoria se torna parceira estratégica da gestão.

Planejamento tributário 2026 como base de longevidade empresarial

O planejamento tributário de 2026 deve ser compreendido como base de longevidade e posicionamento competitivo. Ao integrar dados, processos e governança, a empresa constrói resiliência diante das mudanças. Esse movimento favorece decisões mais conscientes e alinhadas à visão de futuro.

Conclui-se que preparar-se para 2026 não é apenas cumprir regras, mas fortalecer a organização. Quando o planejamento tributário é tratado como programa estruturado, ele sustenta crescimento, inovação e qualidade de vida organizacional, preservando a posição e o destaque da empresa no mercado.

Autor: Dan Richter

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