A influência de Elon Musk na política ganhou destaque em um discurso do ministro do Supremo Tribunal Federal Flávio Dino, em março de 2025, quando ele apontou o impacto do bilionário nas eleições dos Estados Unidos. Durante um evento com estudantes do SESI em São Paulo, Dino afirmou que Musk, dono do X e da Tesla, teria sido um fator decisivo na vitória de Donald Trump, sugerindo que a influência de Elon Musk na política americana reflete o poder das big techs sobre a democracia. Ele defendeu a necessidade de uma regulação digital mais robusta para conter esse domínio, criticando a ideia de que a autorregulação das empresas seria suficiente. Para Dino, o caso dos EUA é um alerta global sobre como a ausência de regras claras pode distorcer processos democráticos. Esse debate reacende a discussão sobre o papel das plataformas digitais no mundo atual.
A influência de Elon Musk na política não se limita a doações ou apoio público a candidatos, mas envolve o controle de ferramentas como o X, que moldam a opinião pública em escala massiva. Dino destacou que Musk, ao respaldar Trump em 2024, usou sua plataforma para amplificar narrativas favoráveis ao republicano, evidenciando como a influência de Elon Musk na política pode ultrapassar fronteiras tradicionais. No Brasil, o embate entre Musk e o STF em 2024, com a suspensão do X por descumprir ordens judiciais, já havia mostrado essa tensão. A regulação digital, segundo o ministro, é essencial para evitar que bilionários decidam unilateralmente o que circula no espaço público digital. Sem isso, a soberania dos países fica comprometida diante do poder dessas empresas.
O exemplo americano, citado por Dino, ilustra como a influência de Elon Musk na política pode se beneficiar de um modelo de regulação fraca. Nos EUA, a vitória de Trump em 2025 foi acompanhada por uma postura de laissez-faire em relação às big techs, contrastando com a Europa, que adota regras mais rígidas. A influência de Elon Musk na política americana, nesse contexto, é vista como um triunfo da autorregulação, onde empresas como X e Tesla operam com mínima interferência estatal. Dino criticou essa abordagem, argumentando que ela entrega o controle do discurso público a interesses privados. Para ele, a regulação digital deve equilibrar liberdade de expressão com responsabilidade, evitando que plataformas se tornem armas de manipulação política.
No Brasil, a influência de Elon Musk na política já deixou marcas, especialmente no confronto com o Judiciário. A suspensão do X em 2024, ordenada por Alexandre de Moraes após Musk se recusar a cumprir decisões sobre contas disseminadoras de desinformação, expôs os limites da autorregulação. A influência de Elon Musk na política brasileira foi percebida quando ele usou sua plataforma para criticar o STF, chamando Moraes de ditador e mobilizando apoiadores contra a decisão. Dino, ao abordar o tema, reforçou que a regulação digital é uma questão de soberania nacional, não de censura. Ele lembrou que atividades econômicas, como as das big techs, sempre tiveram regras, e o ambiente digital não deveria ser exceção.
A influência de Elon Musk na política também levanta preocupações sobre o futuro da democracia em um mundo hiperconectado. Dino alertou que o diabo existe dentro do celular, referindo-se aos riscos da desinformação amplificada por plataformas sem controle. A influência de Elon Musk na política, nesse sentido, é um exemplo de como o poder financeiro e tecnológico pode moldar narrativas globais, muitas vezes em detrimento do interesse público. O ministro defendeu que o STF deve retomar em 2025 o julgamento sobre a responsabilidade das redes sociais, interrompido no ano anterior. Essa decisão, segundo ele, será crucial para definir como o Brasil enfrentará esse desafio.
A comparação entre os modelos regulatórios da Europa e dos EUA, feita por Dino, destaca os diferentes caminhos diante da influência de Elon Musk na política. Enquanto a União Europeia aposta em leis como a Lei de Serviços Digitais para responsabilizar plataformas, os EUA, sob Trump, parecem abrir mão de freios às big techs. A influência de Elon Musk na política americana, fortalecida por sua proximidade com o governo, contrasta com as tentativas brasileiras de impor limites, como o bloqueio do X. Para Dino, a regulação digital não é negar a liberdade, mas garantir que ela não seja sequestrada por interesses privados. O exemplo europeu, segundo ele, oferece lições valiosas ao Brasil.
A influência de Elon Musk na política também reflete uma mudança no papel dos empresários na esfera pública. Antes restritos a doações de campanha, figuras como Musk agora controlam canais de comunicação que rivalizam com a mídia tradicional. A influência de Elon Musk na política, nesse novo cenário, é amplificada pelo alcance do X, que ele usa para promover suas visões e aliados, como Trump. Dino enfatizou que toda atividade econômica tem regras, e as plataformas digitais, por serem negócios, não podem escapar dessa lógica. A regulação digital, para ele, é uma resposta necessária ao poder desproporcional que esses magnatas exercem sobre a sociedade moderna.
Por fim, a influência de Elon Musk na política é um chamado à ação para países como o Brasil, que buscam proteger sua democracia do avanço desregulado das big techs. O recado de Flávio Dino é claro: sem regulação digital, a soberania nacional e a liberdade de expressão correm riscos diante de bilionários como Musk. A influência de Elon Musk na política, seja nos EUA ou em outras nações, mostra que o debate transcende fronteiras, exigindo uma resposta global. O julgamento no STF, previsto para 2025, pode ser um marco nessa luta, definindo como o Brasil equilibrará tecnologia e democracia. Enquanto isso, a influência de Musk segue como um alerta sobre o poder das plataformas na era digital.
Autor: Dan Richter
Fonte: Assessoria de Comunicação da Saftec Digital