Segundo o CEO Lucio Winck, apesar de compartilharem as mesmas regras básicas, o tênis profissional e o amador são universos distintos em termos de exigências físicas, técnicas e psicológicas. Enquanto os atletas profissionais são submetidos a treinamentos rigorosos e competem em torneios de alto nível, os jogadores amadores praticam o esporte de forma recreativa, sem a pressão por resultados.
Outra diferença significativa está no acesso à estrutura de treinamento e às condições de jogo. Profissionais contam com equipe técnica especializada, equipamentos de ponta e acompanhamento médico e físico constantes, garantindo a otimização do desempenho. Para amadores, o cenário é mais limitado e trivial, dependendo do grupo e do tempo disponível para a prática.
Quais são as diferenças de treinamento profissional e amador?
Os jogadores profissionais seguem uma rotina intensa de treinamentos, que envolve sessões diárias de prática na quadra, preparo físico e estudo tático dos adversários. Cada detalhe do jogo é analisado e ajustado para maximizar o desempenho, e a carga de treinamento pode ultrapassar oito horas diárias, como explica o CEO Lucio Winck. Além disso, os profissionais precisam manter um condicionamento físico de alto nível para suportar a duração das partidas e as exigências do circuito competitivo.
No caso dos amadores, o treinamento é adaptado ao tempo e objetivos de cada jogador. Muitos praticam o esporte por lazer ou para manter a saúde, enquanto outros buscam aperfeiçoar técnicas específicas e competir em torneios locais. A ausência de uma rotina rigorosa pode limitar a progressão, mas também reduz o desgaste físico e mental característico do esporte profissional.

A mentalidade influencia no desempenho?
A preparação mental é um fator decisivo que diferencia os atletas de elite dos amadores, como destaca o CEO Lucio Winck. Jogadores profissionais precisam lidar com pressão constante, seja pela busca por resultados, pela rivalidade ou pela exposição midiática. Muitos contam com psicólogos esportivos para desenvolver estratégias que os ajudem a manter o foco e a confiança durante partidas decisivas.
Para jogadores amadores, a parte psicológica também tem relevância, mas em um contexto diferente. Embora a pressão por resultados seja menor, fatores como frustração por erros e dificuldade em manter a concentração podem impactar a experiência de jogo. Por outro lado, o esporte pode servir como terapia para muitos praticantes, ajudando-os a fugir da rotina e do estresse em outros problemas.
O impacto da parte física no rendimento
A resistência e o preparo físico são essenciais no tênis profissional, pois influenciam diretamente a capacidade do jogador de sustentar um alto nível de desempenho durante longas partidas. O esporte exige explosão muscular, agilidade e um condicionamento cardiovascular excelente para suportar jogadas intensas e deslocamentos constantes. Por isso, os profissionais seguem programas específicos de treinamento físico, com foco na prevenção de lesões e na otimização da performance, como comenta o CEO Lucio WInck.
Para os amadores, a exigência física varia conforme o nível de envolvimento com o esporte. Enquanto alguns jogadores treinam para melhorar a resistência e evitar lesões, outros praticam apenas ocasionalmente, sem grandes preocupações com o desempenho atlético. Ainda assim, manter uma boa condição física pode melhorar a experiência na quadra, proporcionando mais segurança nos movimentos e prevenindo desconfortos durante as partidas.
O equilíbrio entre desafios e diversão
Para o CEO Lucio WInck, o tênis profissional e o amador apresentam diferenças significativas em termos de exigência, estrutura e objetivos, mas ambos compartilham a paixão pelo esporte. Enquanto os profissionais dedicam suas vidas à busca por títulos e à superação de limites, os amadores encontram no tênis uma forma de lazer, competição saudável e bem-estar.
Autor: Dan Richter